Direto ao Ponto: Flávio perde controle da agenda, mas Lula tem montanha a escalar

Mudanças nas campanhas do segundo turno são tema de análise de Marcelo de Moraes.

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou nesta quarta-feira, 21, uma mensagem ao povo brasileiro sobre o segundo turno das eleições presidenciais. No documento, a entidade pede que os eleitores avaliem as trajetórias dos candidatos, suas práticas e seus compromissos com a democracia e as condições de vida da população.

Ela reafirma ainda a importância da defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e do respeito ao resultado das urnas.

Na mensagem, assinada pelo Conselho Permanente da CNBB, a entidade reconhece o voto como livre e secreto e questiona a prática de “ameaçar ou pressionar eleitores”, classificando essa situação como “inadmissível”.

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Dom Jaime Spengler Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) Presidente da CNBB. FOTO Victv=ria Holzbach/CNBB Sul 3 Foto: Victv=ria Holzbach/CNBB Sul 3
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Ainda com relação ao pleito, a entidade cita trabalho digno, alimentação, moradia, saúde, educação e segurança de qualidade como necessidades do país. A CNBB diz ainda que os eleitores devem assumir essas urgências como compromissos.
“[O Brasil] precisa cuidar do meio ambiente, garantir os direitos humanos e promover a paz. O desenvolvimento deve assegurar vida digna e justa a todos e oportunidades às novas gerações”, acrescenta.
A mensagem também chama a atenção para a participação das pessoas após as eleições, afirmando que os cidadãos conservam a responsabilidade de participar, fiscalizar e reivindicar. “A crítica responsável e o diálogo franco fortalecem a democracia. Essa tarefa exige informação confiável, liberdade de expressão e proteção para quem denuncia injustiças”, conclui.
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O segundo turno das eleições irá ocorrer no próximo domingo, 25 de outubro. Nele, disputam o atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
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