O Rio Grande do Sul registrou um novo caso de gripe aviária. Desta vez em Selbach, na região norte do estado.O vírus foi encontrado em aves de subsistência, aquelas criadas para consumo próprio.O alerta veio no dia 1º de outubro. A Secretaria da Agricultura (Seapi) recebeu aviso de que animais estavam morrendo. Uma equipe atendeu o chamado e recolheu amostras.O material foi para o laboratório federal de Campinas, em São Paulo, que é referência da Organização Mundial da Saúde Animal. O laudo saiu nesta segunda-feira (5) e confirmou a influenza aviária de alta patogenicidade.Agora o trabalho é no entorno. O Serviço Veterinário Oficial do Estado vai visitar 68 propriedades num raio de três quilômetros. A comunidade também vai receber ações de educação sanitária.E as exportações? Por enquanto, nada muda. Pelas regras da Organização Mundial da Saúde Animal, casos em aves de subsistência não tiram do Brasil o status de livre da gripe aviária. Esse status leva em conta só a produção comercial. Ou seja, o mercado só seria afetado se o vírus chegasse a uma granja.E o frango e o ovo? Podem continuar no prato. A Seapi garante que não há risco no consumo de carne e ovos. A doença não passa pela comida.O cuidado é com o contato. A gripe aviária é muito contagiosa. Atinge principalmente aves, mas pode infectar mamíferos, como cães e gatos. Em pessoas, é mais raro.A orientação é direta: não chegue perto de animal doente, ferido ou morto. E não tente socorrer.Viu animais morrendo de repente e em grande número? Ou com sinais respiratórios ou neurológicos? Avise na hora. O contato é pela Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp da Seapi: (51) 98445-2033.Neste caso, o caminho funcionou como deve. Alguém percebeu, avisou, e o Estado foi até o local. É esse aviso rápido que ajuda a manter o vírus longe das granjas.✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp









