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- A técnica de "engolir sapos" propõe iniciar o dia com a tarefa mais difícil, aumentando a produtividade.
- O "sapo" é a tarefa mais importante ou desafiadora, que pode ter grande impacto positivo se concluída.
- Escolher o "sapo" na véspera e respeitar o ritmo biológico pessoal são adaptações que potencializam a técnica.
- Pessoas com maior produtividade no fim do dia podem ajustar o método ao seu horário de maior atenção.
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
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No Brasil, engolir sapo significa levar desaforo para casa ou aceitar situações desagradáveis ou injustas, mas, para o consultor Brian Tracy, autor do livro Coma Esse Sapo!, a definição é outra.
Para o autor, o sapo é a maior, mais importante ou mais difícil tarefa do dia, ou seja, aquela que tem mais chance de ser adiada, mas que, ao mesmo tempo, é a que pode gerar o maior impacto positivo em termos de resultado.
A implementação da regra consiste em identificar o “sapo” do dia e começar por ele, antes de cumprir qualquer outra tarefa. Ao resolver a pendência mais pesada logo cedo, o restante do dia correrá de forma muito mais leve. E, como instrui Tracy, se tiver dois sapos no mesmo dia, comece pelo mais feio!
Duas adaptações podem aumentar ainda mais o aproveitamento da técnica. A primeira é escolher o sapo na véspera, o que elimina a necessidade de decidir logo cedo, justamente o momento em que a procrastinação costuma começar.
A segunda é respeitar o ritmo biológico de cada um. Pessoas de perfil vespertino rendem mais no fim do dia e, portanto, podem encaixar o sapo nesse horário de maior produtividade. Mais do que um horário fixo, o que sustenta o método é aproveitar seu momento de maior atenção para realizar tarefas que exigem mais foco.
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